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Depoimentos
José Ramos Horta (Prémio Nobel da Paz de 1996)
“O projecto da LBV é realmente único, concreto, criativo, reunindo todos os que querem a Paz, a tranquilidade para as religiões, para os grupos étnicos. A Legião da Boa Vontade, através dele, acolhe os meninos marginalizados e lhes dá tecto, carinho, Educação. Enfim, é um programa extraordinário, que deve inspirar governos e organizações de outros países do mundo a fazer o mesmo. A cultura da Paz, da tolerância e da convivência entre as etnias é o que leva a uma verdadeira paz duradoura e ao progresso social. (...) Fico sensibilizado com este ensejo de poder visitar a LBV. Estou profundamente deslumbrado com esta oportunidade de ver tanta expressão de arte, valor espiritual, apelo à Paz, à concórdia entre os povos, entre as nações. Creio que seja útil e seria bom que países em guerra passassem por aqui (Templo da Boa Vontade) e meditassem, para constatar a total inutilidade dos seus conflitos. Há, pelo mundo, tanta beleza humana e espiritual sendo destruída. E o Templo da Legião da Boa Vontade é realmente único. Julgo que o aspecto mais importante da Instituição, neste projecto, nesta arquitectura, é o espírito de irmandade étnica, cultural, religiosa, em que não há diferenças sociais, económicas. Aqui, tudo está representado, todos podem dialogar. Realmente, é superinteressante.”
Dr. José Ramos Horta é líder timorense e Prémio Nobel da Paz, em 1996.
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