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LBV, escola, família e comunidade de mãos dadas na transmissão de valores
Foto : D. Adelaide Marques, participante do Programa Viva Mais!
da LBV, ladeada por André Freitas, Isabel Larcher, Pedro Silva
e Rita Melo.
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Todos os anos a Legião da Boa Vontade recebe jovens que a procuram para realização de trabalhos escolares. No final dos projectos, todos se sentem mais ricos e cientes das dificuldades que muitos seres humanos têm nas suas vidas e o quanto todos, de mãos dadas, podemos fazer uns pelos outros, quer seja a nível material quer seja a nível emocional.
Foto : Professora Vitalina, Isabel Larcher, D. Adelaide Marques,
do Programa Viva Mais! da LBV, André Freitas, Rita Melo,
Pedro Silva
e Eloísa Teixeira, da LBV.
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Os jovens André Freitas, Isabel Larcher, Pedro Silva e Rita Melo, da Escola Secundária José Gomes Ferreira (Benfica), desenvolveram o seu trabalho escolar no âmbito do Programa Viva Mais! da LBV e muito aprenderam com esta acção, como podemos perceber pelo texto que realizaram, com o título “O que é afinal envelhecer?”:
“No presente ano, realizámos uma experiência inesquecível e muito enriquecedora, quer a nível pessoal, quer a nível escolar, isto é, exercemos voluntariado com a população idosa.
Primeiramente, devemos dizer que nos dirigimos à Legião da Boa Vontade, visto que, inicialmente, procurávamos fortalecer um trabalho escolar – a prestação de serviços num lar de idosos, tendo sempre em vista a humanização dos mesmos. Desta forma, recorremos ao programa “Viva Mais!”. Foi aí que, desde logo, fomos acolhidos pela Dr. Eloísa e pela Dr. Susana, que nos encaminharam e ajudaram. Conhecemos pessoas distintas, múltiplas realidades – idosos em que o problema da solidão é uma constante, outros em que a falta de recursos económicos é um obstáculo, entre outros – e foi assim que descobrimos a beleza de envelhecer e o poder de cada um de nós na construção de dias e vidas mais felizes para a população idosa.
Em segundo lugar, gostávamos de partilhar algo que trazemos connosco e que resultou das inúmeras vivências e emoções que surgiram desta experiência. De facto, descobrimos que, mais do que contornar e evitar obstáculos e combater o problema da biopsicossocial, devemos viver esta idade relembrando com orgulho e, dentro do possível, tudo o que fomos outrora, para que possamos ser um exemplo a seguir para as pessoas que connosco convivem.
Concluindo, hoje encaramos a população idosa de uma forma muito positiva, como um símbolo de vida, não nos preocupando tanto com o avançar da idade. Envelhecer é florescer!”
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